Festividades

Em Honra do Divino Espírito Santo

Numa autêntica explosão de alegria, cores garridas e confraternização, a festa começa com a coroação do Imperador; prossegue com a exposição das insígnias na casa dos mordomos, e termina no dia da festa do Império.

Os devotos que participam na “coroação”, levam a bandeira, a coroa, a vara e o ceptro, insígnias que fazem parte da tradição festiva.

O gado, prometido para o Divino Espírito Santo, é escolhido e criado já com essa finalidade. Para o Divino, só o melhor animal serve. Talvez, por isso mesmo, a carne das sopas e das esmolas, seja da mais tenra e saborosa que se come. O pão, o queijo, o bolo de véspera, o vinho e o tremoço são oferecidos, em honra do Divino Espírito Santo, a toda a freguesia e a todos os visitantes.

Para a organização destas festas, as pessoas juntam-se em “Comissões de Mordomos” dando origem às “Mordomias” de Santo Amaro, da Boa Hora e do Toledo.

As bandas filarmónicas preparam-se para começar a época das actuações por esta altura. É no palanquim que se começam a ouvir os repertórios que vão presentear as gentes durante o ano.

Tudo leva a crer que, por altura do Espírito Santo, chegam novos ventos carregados de esperança, alegria de viver, fé e amizade.

Por toda a freguesia, homens, mulheres e crianças, participam activamente naquelas que são, indubitavelmente, as maiores festas da ilha e da Região – as Festas em louvor do Divino Espírito Santo. Estas iniciam-se no Domingo de Pentecostes e prolongam-se ao Domingo da Santíssima Trindade. Contam estas festas com símbolos como a Pomba Branca e a Coroa do Divino Espírito Santo.