Todos os artigos de Junta de Freguesia

Conta Gerência 2016

Relatório gestão 2016

Síntese de reconciliações bancárias 2016

Transferências de Despesas Correntes Capital Subsidio

Transferências de Receitas Correntes Capital Subsidio

Caracterização Entidade 2016

Caracterização Entidade

Controlo Orçamental da Despesa 2016

Controlo Orçamental da Receita 2016

Declaração de Responsabilidade

Dividas de Terceiros 2016

Empréstimos 2016

Execução do Plano Plurianual de Actividades 2016

Execução so Plano Plurianual de Investimentos 2016

Fluxos de Caixa 2016

Fluxos de Caixa Detalhado 2016

Mapa Comprovativo da Central da Responsabilidade de Créditos 

Operações de Tesouraria 2016

Relação Nominal dos Responsáveis

Concurso Eco-freguesia, freguesia limpa 2016 – projeto “Costa Limpa”

No passado dia 8 do mês de Setembro, a Junta de Freguesia procedeu à limpeza da orla costeira no âmbito do concurso Concurso Eco-freguesia, freguesia limpa 2016 – projeto “Costa Limpa”.

O Concurso “ECO Freguesia, freguesia limpa” é organizado pelo Governo dos Açores através da Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente (SRAA), pela mão da Direção Regional do Ambiente.

Tem como principal objetivo reconhecer e distinguir os esforços das freguesias e a colaboração das populações na limpeza, remoção e encaminhamento para destino final adequado dos resíduos abandonados em espaços públicos, incluindo linhas de água e orla costeira, bem como o desenvolvimento e participação em programas e ações de sensibilização e de educação ambiental.

Com esta iniciativa pretende-se premiar o bom desempenho ambiental dos cidadãos e entidades intervenientes e a sua realização justifica-se pela crescente importância para o bem estar das suas populações. Esta foi a 6ª edição deste concurso, iniciado em 2010.

Esta acção contou com a participação  dos trabalhadores da Junta e dos catequizandos da freguesia de Santo Amaro, perfazendo um total de 26 participantes divididos em 2 equipas.

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No total, foram recolhidos à volta de 656 kg de lixo.

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Foram também colocados Eco-pontos na zona balnear do Portinho da Queimada, visando promover a reciclagem.

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Filarmónica da Sociedade de Recreio Amarense

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A Sociedade Filarmónica Recreio Amarense foi fundada a 1 de Novembro de 1929, na freguesia de Santo Amaro, de acordo com os estatutos de sete de Fevereiro de 1930 e de testemunhas orais, por António José da Silveira, Manuel Matos Barbosa, José Rodrigues Silveira e Francisco José Bettencourt.

Iniciou o seu caminho com 26 elementos e o regente José Vasco de Macedo. Homem este que compôs o Hino desta filarmónica e que perdura até hoje.

Quando foi fundada localizava-se onde é, hoje, a escola primária. Anos mais tarde, adquiriu sede própria até aos dias de hoje. Desde a sua formação, que os sócios sempre pagaram quotas (que teriam de ser necessariamente pagas, caso contrário, seriam excluídos da sociedade). De acordo com actas arquivadas, sabe-se que esta sociedade se reunia de quinzenalmente, ou de mês a mês.

Quanto às actuações mais importantes, sabe-se que tocaram ao senhor Governador Civil – Craveiro Lopes, ao Primeiro-Ministro da República, nas festas da ilha, tendo-se deslocado várias vezes às ilhas de Pico e Faial.

Actualmente, esta filarmónica conta com 40 músicos, 100 sócios e é dirigida pelo regente José Maria Alves Furnas.

Tendo como patrono São João, esta sociedade realiza, anualmente, uma tourada à corda para festejar o seu patrono.

Gastronomia

A gastronomia açoriana, embora encontrando algo de comum em várias ilhas do arquipélago, possui especificidades próprias em cada uma das ilhas de bruma.

Dentro das especificidades gastronómicas da freguesia de Santo Amaro, destacam-se: diferentes formas de cozinhar amêijoas, os enchidos de porco, as molhas de fígado e de carne, os mais diversos pratos de peixe desde a caldeirada à açorda. Porém, é na doçaria que os amarenses se esmeram.

Comecemos pelas Espécies – o seu nome virá, supostamente de “especiaria”. É um doce antigo em cuja confecção é utilizada a canela, a erva-doce, a pimenta, etc. Dado os seus variados formatos é igualmente conhecida por “bicho doce”.

As “rosquilhas brancas” ou “doce branco”, juntamente com a espécie são inseparáveis de qualquer festa do Espírito Santo. Confeccionada vários dias antes da sua utilização, é uma “rosquilha” consistente coberta com uma capa de açúcar cuja cor, muito branca, é mantida em segredo pelas “doceiras”.

Os esquecidos, doces confeccionados à base de gema de ovo, bastante “duros” são, normalmente, servidos em qualquer festa particular (casamentos, baptizados, comunhões) nas freguesias rurais.

Outro doce típico é o suspiro, feito com claras de ovos e de açúcar. Por esse facto, surge quase sempre acompanhado pelo esquecido, como forma de aproveitamento integral dos ovos.

Uma outra referência ainda, para os doces típicos das festas do Divino Espírito Santo, e comum em toda a ilha, são as “vésperas”. A confecção deste doce é morosa, uma vez que, após a sua preparação, têm de ser longamente amassadas até fazerem” flor” (o que leva em média 20 minutos por bolo). É tradição, serem oferecidas “vésperas”, nos Domingos do Espírito Santo e da Santíssima Trindade, a todos os que se encontram na festa, como símbolo de partilha e união.